Agora me diz, isso tem algum propósito? Porque eu ralo tanto (menos que muitas pessoas, mas.) pra quê? Pra chegar um momento e eu morrer?
Afinal, qual a finalidade de tudo isso? A gente passa metade da vida estudando, trabalhando, dando duro, sofrendo na mão da Dona Vida pra chegar o dia da morte e a gente morrer e morreu?!
E as pessoas que hoje já estão mortas, será que elas ralaram tanto a ponto de querer desistir? Mas antes do fim, isso valeu a pena?
Mas afinal, qual a finalidade disso? Ralar ralar ralar pra conseguir algo em troca? Isso é a vida?! A vida de todo mundo é assim por o acaso? Todo mundo ta destinado a ter a mesma vida mas de modos diferentes?
Tem que haver mais que isso.
domingo, 29 de abril de 2012
Viagem ao Paraíso que desviou o caminho e foi parar no inferno.
Não fui no shopping do Leblon, não vou ver a Victoria, não fui em um starbucks, não andei de bicicleta em Copacabana... Parabéns Mãe, você estragou minha viagem. Não só por isso, mas nesse momento, sinceramente, eu te odeio.
Tu não é a minha mãe, eu não conheço essa mulher. Eu não quero ficar debaixo do mesmo teto que você. Eu estou traumatizada, isso sim. Você estragou umas boas semanas da minha vida, e mais que isso, estragou o Rio de Janeiro por um bom tempo.
Depois que eu prefiro ficar sozinho até sem a familia, ninguém me entende. Viajar de novo, só sozinha, porque ate a familia faz das coisas uma merda.
Tu não é a minha mãe, eu não conheço essa mulher. Eu não quero ficar debaixo do mesmo teto que você. Eu estou traumatizada, isso sim. Você estragou umas boas semanas da minha vida, e mais que isso, estragou o Rio de Janeiro por um bom tempo.
Depois que eu prefiro ficar sozinho até sem a familia, ninguém me entende. Viajar de novo, só sozinha, porque ate a familia faz das coisas uma merda.
Masoquismo.
Agora eu entendo o por que de as pessoas machucarem a si mesma. Se machucam na esperança de que qualquer dor seja maior do que a que estão sentindo. Mais do que entender, como nunca aconteceu, agora eu sei como é, de verdade.
É uma dor terrível que você quer fazer parar, e tenta de tudo, até outra dor. Mas parece que nada que você faça vai conseguir ficar em cima do que você sente, e você vai tentar mais e mais e mais...
Se eu já sofri, me decepcionei ou sei lá na vida, nunca foi de verdade, agora eu sei. Porque agora eu estou decepcionada de verdade. E decepcionada de tal forma com o ultimo ser humano na face terra que eu esperava me decepcionar.
Eu quero meu pai, meu irmão, quero minha casa. Essa é a pior viagem pro Rio de Janeiro da minha vida.
(para constar, não é dor de amor ou qualquer sentimento fútil que eu to falando)
É uma dor terrível que você quer fazer parar, e tenta de tudo, até outra dor. Mas parece que nada que você faça vai conseguir ficar em cima do que você sente, e você vai tentar mais e mais e mais...
Se eu já sofri, me decepcionei ou sei lá na vida, nunca foi de verdade, agora eu sei. Porque agora eu estou decepcionada de verdade. E decepcionada de tal forma com o ultimo ser humano na face terra que eu esperava me decepcionar.
Eu quero meu pai, meu irmão, quero minha casa. Essa é a pior viagem pro Rio de Janeiro da minha vida.
(para constar, não é dor de amor ou qualquer sentimento fútil que eu to falando)
sábado, 28 de abril de 2012
Vou pra onde mora meu coração.
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| Foto: Ticiana Porto |
Rio de Janeiro é simplesmente o amor da minha vida, pelo menos brasileiro é.
Se tem uma coisa que eu sinto no Rio e em nenhum outro lugar, mais especificamente em Copacabana, é a felicidade de andar por aquelas ruas frias, com a portaria daqueles prédios que pra mim é tipicamente carioca, que só Copacabana me permite sentir essa sensação.
Rio de Janeiro pra mim é vida, é amor, é felicidade, é animação... E daqui a pouco estarei lá. Na minha cidade maravilhosa.
sábado, 21 de abril de 2012
"Pássaro disfarçado de menina, que adora voar para lugares distantes."
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Itália
Na Italia, no fim de tarde, você sempre vê a lua, de noite, e de manhã cedo também, e era a coisa mais linda, ver o dia amanhecer, e a lua estar lá, ver o dia anoitecer e a lua estar la… Sinto saudades de olhar para os lados de Roma e para todo canto ter um monumento grandioso, ter estatuetas, ruínas… É como olhar para o lado, e cada lado que você olhar, tem uma história. E o fato de eu ir na Itália no inverno, só me deixou a imagem de uma Itália fria (assim como Suíça). Conhecer a Itália na verdade foi uma coisa mágica. Com italianos bonitos (risos), mulheres bonitas e estilosas, viver a base de spaghetti e lasanha… Congelar de frio todos os dias… Ver pela primeira vez fumaça sair da minha boca, graças ao frio…
Eu ainda meio que sinto a emoção de estar frente a frente com o Coliseu pela primeira vez, saiu da estação do metrô e lá está na minha cara, o Coliseu. Enorme, lindo, grandioso... Esse momento foi unico na verdade, foi a primeira coisa que eu e minha mãe fizemos em Roma, além de ir do aeroporto pro hotel. E foi perfeito, ver o Coliseu, bater foto, andar e ver os souvenirs, ver os cavalos que estavam la para passeio, homens vestidos de soldados romanos para bater foto, uma fila enorme para entrar no Coliseu... Monumentos e ruínas pra onde você olhar, ir andando até a Via Del Corso... Foi essa nossa primeira experiência em Roma.
O que eu sinto mais falta mesmo, é da Via Del Corso, a avenida de compras de Roma, ah como eu sinto saudades. De andar aquilo tudinho, de entras nas ruas que cortavam ela, de ver lojas enormes, de ver bolsas da Gucci a preço de banana (na loja da Gucci mesmo), de olhar para cima e ter luzes formando a cor da bandeira Italiana, de comprar né (risos), de entrar em um restaurante e ele ter a entrada com varias estatuas enormes e perfeitas, ser repleto pra todos os cantos de estatuas na verdade. Devia ter comprado uma camisa "I <3 Via Del Corso" na verdade, se tivesse.
Sinto falta de Verona também, a cidade de Romeu e Julieta, aquelas cidade com cara de cidade pequena, porém com vaaaarias lojas, encontrar a primeira loja de camisas de rock que vi na Europa, entrar na casa de Julieta e ver muitos cadeados com juras de amor em um portão, ver a estatua dela que vi no filme Cartas para Julieta… Queria ter ficado mais tempo em Verona na verdade, so tivemos uma hora. Sinto falta até de Milão, que podemos dizer que é uma cidade meio feia, não é feia, mas é uma cidade comum, simplesmente é comum. Mas sinto falta de lá. Justamente por ser comum, tem seu comum próprio e eu sinto falta disso. De ver as lojas, de tentar falar com o taxista em espanhol/português/inglês, de conhecer a frente da fabrica da Canon (loooonga história), de ir numa loja de eletronicos chamada Saturno (sim, sinto falta de uma loja estilo Lojas Americanas), ela me pareceu aquelas lojas que vende de tudo que se vê em filme, com câmeras, ipad/mac book da apple, coisas para cozinha, coisas para bebês, cds de vinil, etc… Acho que sinto falta da noite (que foi apenas uma, independente) que passei no centro de Milão (já que só passamos uma noite, pois no outro dia embarcamos para Roma).
Saudades de Veneza, ô saudades. Mesmo achando Veneza sem graça, pois a água não é tão azul e a cor das casas coloridas não são tão fortes como se imagina, eu sinto saudades. De andar pelas ruas frias de lá, de ver as máscaras venezianas lindas, de ter um pôr-do-sol maravilhoso, pois o pôr do sol se colocava em três cores, de andar de Gôndula e confesso, não é as mil maravilhas, você fica com medo de virar. Os canais (onde andam as Gôndulas) de Veneza fedem, não muito, mas fedem. Mas Veneza tem sua beleza, e é grande.
E é nesse momento que eu falo da cidade que mais me encantou, depois de Roma: Siena. Eu tenho que voltar lá e passar mais que duas horas. É uma cidade linda, com ruaszinhas frias, com lojas lindas, e uma praça de centro redonda, onde tem restaurantes pizzarias e você pode sentar no meio desta pracinha, parece aquelas cidades medievais… Acho que estou falando pouco, mas nem que eu enrole aqui com mil palavras, vou consegui dizer as saudades e a sensação de estar lá.
Itália, em si, o país com suas cidades, é linda, maravilhosa, perfeita. Suas paisagens, sua comida, massa… Não da pra imaginar algo mais italiano que a Itália.
Eu ainda meio que sinto a emoção de estar frente a frente com o Coliseu pela primeira vez, saiu da estação do metrô e lá está na minha cara, o Coliseu. Enorme, lindo, grandioso... Esse momento foi unico na verdade, foi a primeira coisa que eu e minha mãe fizemos em Roma, além de ir do aeroporto pro hotel. E foi perfeito, ver o Coliseu, bater foto, andar e ver os souvenirs, ver os cavalos que estavam la para passeio, homens vestidos de soldados romanos para bater foto, uma fila enorme para entrar no Coliseu... Monumentos e ruínas pra onde você olhar, ir andando até a Via Del Corso... Foi essa nossa primeira experiência em Roma.
O que eu sinto mais falta mesmo, é da Via Del Corso, a avenida de compras de Roma, ah como eu sinto saudades. De andar aquilo tudinho, de entras nas ruas que cortavam ela, de ver lojas enormes, de ver bolsas da Gucci a preço de banana (na loja da Gucci mesmo), de olhar para cima e ter luzes formando a cor da bandeira Italiana, de comprar né (risos), de entrar em um restaurante e ele ter a entrada com varias estatuas enormes e perfeitas, ser repleto pra todos os cantos de estatuas na verdade. Devia ter comprado uma camisa "I <3 Via Del Corso" na verdade, se tivesse.
Sinto falta de Verona também, a cidade de Romeu e Julieta, aquelas cidade com cara de cidade pequena, porém com vaaaarias lojas, encontrar a primeira loja de camisas de rock que vi na Europa, entrar na casa de Julieta e ver muitos cadeados com juras de amor em um portão, ver a estatua dela que vi no filme Cartas para Julieta… Queria ter ficado mais tempo em Verona na verdade, so tivemos uma hora. Sinto falta até de Milão, que podemos dizer que é uma cidade meio feia, não é feia, mas é uma cidade comum, simplesmente é comum. Mas sinto falta de lá. Justamente por ser comum, tem seu comum próprio e eu sinto falta disso. De ver as lojas, de tentar falar com o taxista em espanhol/português/inglês, de conhecer a frente da fabrica da Canon (loooonga história), de ir numa loja de eletronicos chamada Saturno (sim, sinto falta de uma loja estilo Lojas Americanas), ela me pareceu aquelas lojas que vende de tudo que se vê em filme, com câmeras, ipad/mac book da apple, coisas para cozinha, coisas para bebês, cds de vinil, etc… Acho que sinto falta da noite (que foi apenas uma, independente) que passei no centro de Milão (já que só passamos uma noite, pois no outro dia embarcamos para Roma).
Saudades de Veneza, ô saudades. Mesmo achando Veneza sem graça, pois a água não é tão azul e a cor das casas coloridas não são tão fortes como se imagina, eu sinto saudades. De andar pelas ruas frias de lá, de ver as máscaras venezianas lindas, de ter um pôr-do-sol maravilhoso, pois o pôr do sol se colocava em três cores, de andar de Gôndula e confesso, não é as mil maravilhas, você fica com medo de virar. Os canais (onde andam as Gôndulas) de Veneza fedem, não muito, mas fedem. Mas Veneza tem sua beleza, e é grande.
E é nesse momento que eu falo da cidade que mais me encantou, depois de Roma: Siena. Eu tenho que voltar lá e passar mais que duas horas. É uma cidade linda, com ruaszinhas frias, com lojas lindas, e uma praça de centro redonda, onde tem restaurantes pizzarias e você pode sentar no meio desta pracinha, parece aquelas cidades medievais… Acho que estou falando pouco, mas nem que eu enrole aqui com mil palavras, vou consegui dizer as saudades e a sensação de estar lá.
Itália, em si, o país com suas cidades, é linda, maravilhosa, perfeita. Suas paisagens, sua comida, massa… Não da pra imaginar algo mais italiano que a Itália.
sábado, 7 de abril de 2012
Alguém.
Eu não quero garotos coliríos se nenhum deles me entender, não quero nenhum menino em materia de revista dizendo que da valor as garotas pois elas não devem ser tratadas mal, se não tem um assim do meu lado. Eu só queria alguém que me entendesse, que me fizesse rir, que passeasse por ai comigo, atoa, que ficasse atoa comigo. Que assistisse filme, e que eu não enjoasse. Alguém que soubesse me ouvir, e mesmo sem tentar "filosofar", apenas me fizesse entender que por mais que eu sinta o que sinto, posso poder contar com ele. Eu só não queria ter apenas viajar como opção de fuga, de felicidade. Pois isso sou eu, espero um feriado, umas ferias, para pegar um avião e ir pra uma cidade bonita, longe "de mim". So queria alguém que, não importa se a cidade é bonita ou não, que a cidade fosse o suficiente pra ser o cenário dos meus dias (bons) ao lado de alguém. Eu não preciso de um namorado, nem de um amigo, eu preciso de alguém. O que esta cada vez mais difícil achar um simples alguém.
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